Stonewall: Onde o Orgulho Começou – Blog e-Urbanidade

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Stonewall: Onde o Orgulho Começou (Telecine) está longe de ser um grande filme, mas tem o seu valor e deveria ser assistido para se entender o termo “orgulho gay” e o movimento das paradas glbt espalhadas pelo mundo.

Stonewall conta a história do movimento
glbt em 1969

O roteiro parte da história ficcional, mas verossímil, de Danny (Jeremy Irvine) que é expulso de casa após seu machista pai ficar sabendo da relação dele com um outro colega da escola onde ele é professor. Assim, Danny vai parar exatamente na esquina da Sétima avenida com Christopher Street em Nova Iorque.

Ali se envolve com um grupo composto por travestis e michês, incluindo um relacionamento com o ativista Trevor (Jonathan Rhys-Meyers). Nessa imersão o roteirista Jon Robin Baitz (que assinou também Alias e Brothers & Sisters) consegue apresentar as diferentes camadas e grupos envolvidos no importante movimento.

O bar Stonewaal e a praça onde acontece a cena principal pode ser visitada em Nova Iorque e isso torna a história muito mais forte, apesar de não ter recebido boas críticas pela militância quando foi lançado em 2015.

Stonewall: Onde o Orgulho Começou é um filme correto, sem grandes peripécias mesmo sendo dirigido por Roland Emmerich que esteve a frente de produções como Independecy Day e 2012. A capacidade de apresentar os diferentes grupos envolvidos no movimento de 1969, unida a jornada de Danny, tornam o filme uma boa referência histórica.

Por ora está disponível no Telecine e Telecine Play. É um longa-metragem necessário para quem quer realmente entender porque quase três milhões de pessoas foram parar na avenida Paulista na Parada Gay deste ano, por exemplo. Inclusive porque toda aquela festa e sua irreverência é, antes de qualquer coisa, um elemento que está no dna desse movimento.

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