Museu Judaico de São Paulo neste mês de junho

Programação do Museu Judaico tem música, teatro, artes plásticas e a comemoração dos 75 anos de publicação do Diário de Anne Frank. 

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Museu Judaico - Foto: Lucas Coimbra
Museu Judaico - Foto: Lucas Coimbra

E a programação da cidade de São Paulo segue efervescente neste mês: ao longo do mês de junho, o programa de Educação e Participação do Museu Judaico de São Paulo oferece uma série de atividades.

Também contemplam diversas linguagens como música, teatro, artes plásticas e literatura, e ainda celebra o Dia da Imigração e os 75 anos de publicação do Diário de Anne Frank

Destaques da Programação

A programação está bem variada, com eventos que vão de contação de histórias, exposições e apresentação de Teatro de Sombras, com A Cidade dos Sussurros.

Para quem gosta de programas literários, o Museu Judaico conta com os encontros Livro Vivo, que fazem parte do programa Educação e Participação em cartaz com A Árvore Generosa, Aldeias, palavras e mundos indígenas, 14º Leon, O diário de Blumka, Grandes Mulheres que mudaram o mundo-Anne Frank. 

No momento, a programação conta com três exposições em cartaz. A Vida Judaica, primeira exposição de longa duração, que apresenta os costumes e rituais pelos quais o judaísmo se conecta com o sagrado, demarca o tempo, estuda seus textos, festeja valores, elege seus alimentos típicos e vivencia coletivamente cada etapa da vida.

A segunda exposição intitulada Judeus No Brasil: Histórias Trançadas tem como objetivo tecer uma complexa narrativa da pluralidade da presença judaica no Brasil a partir dos diversos fluxos migratórios ao longo de 500 anos. A exposição mostra também como a comunidade judaica brasileira apresenta inúmeras interseções e confluências na contemporaneidade, embora tenham diferentes matrizes culturais e geográficas.

Botannica Tirannica, da artista Giselle Beiguelman propõe uma investigação a respeito do imaginário colonialista presente no processo de nomeação da natureza, cujas espécies ditas “daninhas” recebem nomes ofensivos e preconceituosos. A partir de impressões fotográficas, vídeos, aquarelas e um ensaio audiovisual, a artista cria seres híbridos em um jardim pós-natural.

Sobre o Museu Judaico

Museu Judaico de São Paulo (MUJ), espaço que foi inaugurado após vinte anos de planejamento, é fruto de uma mobilização da sociedade civil. Além de quatro andares expositivos, os visitantes também têm acesso a uma biblioteca com mais de mil livros para consulta e a um café que serve comidas judaicas. Para os projetos de 2022, o MUJ conta com a doação do Instituto Cultural Vale, Instituto CCR, Família Minev, Sotreq, Fundação Arymax, Dexco e Alfa Seguros

 

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