Crítica: Liga da Justiça – Snyder Cut, de Zack Snyder

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Após o fracasso do Liga da Justiça de Joss Whedon, os fãs começaram a fazer muito barulho nas redes sociais para que fosse liberada a versão de Zack Snyder, que teve que deixar o projeto por conta do suicídio da filha.

Snyder apresentou uma perspectiva totalmente diferente da que o público pôde ver no cinema em 2017. Dessa vez temos um longa muito mais sombrio e medonho, que levou o subtítulo de Snyder Cut, ou seja, explicitando de quem é a edição. O filme tem quatro horas de duração, com seis capítulos mais o epílogo.

O diretor queria fazer uma minissérie de 6 episódios exclusivos para o HBO Max, porém seguiram com a proposta do filme.

O retorno da Liga da Justiça – Divulgação: HBO Max

A verdade é que o tempo de 4 horas ficou cansativo para os espectadores, sem falar que o diretor abusa de cenas de câmera lenta. Provavelmente, se tirassem essas sequências, a duração do seria reduzida consideravelmente.

Por outro lado, desta vez temos um roteiro mais organizado, em comparação com a versão de 2017. A divisão em capítulos foi essencial para um entendimento melhor sobre o que representa cada momento.

Um dos pontos mais importantes da versão de Snyder são os efeitos visuais bem acabados. Além disso, há um aprofundamento nas histórias de Flash (Ezra Miller) e Ciborgue (Ray Fisher), e que ajudam a entender a complexidade dessas personagens que ficaram perdidas nos filmes anteriores.

Divulgação: HBO Max

Já a cena nos últimos minutos, e que traz o ator Jared Leto como Coringa, não acrescenta muito ao roteiro.

A volta de Zack Snyder deu um toque especial e pode-se dizer que salvou o filme, além de trazer cenas fundamentais para fechar o arco da série. Assim, novas histórias e tramas se abrem daqui para frente.

Para os fãs é imperdível!

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