Festival Cinecipó 2020 tem 500 filmes feitos por minorias | Blog e-Urbanidade

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Trincheira, filme em cartaz no Cinecipó - Foto: Divulgação Assessoria
Trincheira, filme em cartaz no Cinecipó - Foto: Divulgação Assessoria
Trincheira, filme em cartaz no Cinecipó - Foto: Divulgação Assessoria
Trincheira, filme em cartaz no Cinecipó – Foto: Divulgação Assessoria

Criado em 2011 na Serra do Cipó, em Minas Gerais, a nona edição do Cinecipó dá a oportunidade de pessoas de todo o Brasil conferirem o festival do filme insurgente. O Cinecipó 2020 acontece entre dos dias 30 de novembro a 28 de dezembro, pela primeira vez de forma online, e traz produções nacionais e internacionais feitas em grande parte por minorias.

Entre 500 filmes inscritos, o Cinecipó selecionou mais de 60 projetos, entre curtas e longas-metragens, que exploram as várias culturas do Brasil e fogem do eixo tradicional. Além das produções voltadas ao público adulto, também contará com uma mostra de curtas infantis sobre temas relacionados a diversidade.

O festival foi dividido em quatro programas e eixos: Derivas, filmes que falam sobre performance; Retomadas, produções que se apropriam de alguma narrativa; Vigílias, que tratam de questões sociais; e Sonhos, narrativas subvertidas. “Nossa montagem é um convite à partilha. Os eixos e a programação são as coordenadas para que mais corpos estejam presentes no mesmo tempo e espaço através do cinema“, contou a curadora do Cinecipó, Carina Maciel.

A abertura do Cinecipó 2020 ficará à cargo do documentário experimental colombiano Nossa Voz de Terra – Memória e Futuro, que foi recentemente restaurado e relançado no Festival de Berlim. O longa ficará disponível para ser visto no site do festival até 1 de dezembro, às 20h.

Esperança 1770 - Foto: Divulgação Assessoria
Esperança 1770 – Foto: Divulgação Assessoria

Também no dia 1 de dezembro o Cinecipó traz uma sessão única de Sertânia, novo filme de Geraldo Sarno, antes de sua exibição comercial.

A mostra também conta com vários filmes com temáticas de povos indígenas variados, produções LGBTQIA+ e produções que exaltam a potência dos corpos negros. Além disso, o Cinecipó também apresenta Esperança 1770 (de Carmen Kemoly) e A Morte Branca do Feiticeiro Negro (de Rodrigo Ribeiro), reparações da vida de Esperança Garcia e outras pessoas negras reais que foram escravizadas no Brasil.

Serviço
Cinecipó 2020
De 30 de novembro a 28 de dezembro
Para conferir a programação completa e assistir aos filmes, acesse o site do festival.

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